TUDO o que fazemos fica. Queiramos ou não. Gostemos ou não. Mais que tudo há que compeendermos isto, interioriza-lo. Mas cada acho que isso leva uma vida. E uma vida não vale isso.
Continuo sempre a admirar a intensidade das tuas fotografias. E a forma como as "compões".
Voltei, como volto sempre a algo que não abandonei, definitivamente. O ritmo dos posts vai abrandar. Eram posts diários e nesse aspecto sinto mesmo necessidade de abrandar.
Calvin, Sim, rastos, pegadas que não se apagam onde passámos e nunca passámos... Obrigada ;)
Elsa, Obrigada. Muito.
Pedro, Obrigada pelo elogio mais uma vez. Foi - TI. :)
Mistério, Tou convidada para quê? é que hoje já vi este mesmo convite noutros blogs...
Lyra, Há dias em que os posts são tristes como a vida real. Há outros que são felizes como a vida real... Recebi de coração o teu abraço amigo. Bigada Lyra.
Todos ficam, sim. Ainda bem, para que possamos construir uma memória. O mais importante é não ter medo de arriscar. Mais vale ter arriscado e não ter dado certo do que nem sequer ter tentado e passar o resto da vida a pensar como poderia ter sido. Um beijo enorme.
Ainda bem que estás de volta:) Houve áí qq coisa... deixa lá seja o que for temos que sorrir pra vida, custe o que custar... Beijo mt amigo* Qual o teu mail, Carlag?
Será mera ilusão, o rasto, o lastro, daquilo que verdadeiramente permanece, será que resiste aos "ventos, às tempestades, às marés, às chuvas" da vida, quando não firmados em "bom solo"? Ou não passarão de meros devaneios inconstantes e inconsequentes?
Mais os rastros que non deixamos son os que nos marcan por dentro, cando ver as pegadas con claridade está somentes dentro da nosa mente e, mentras, debuxamos futuros fortuitos que teñan cabida neste presente. Un saudo.
Mais os rastros que non deixamos son os que nos marcan por dentro, cando ver as pegadas con claridade está somentes dentro da nosa mente e, mentras, debuxamos futuros fortuitos que teñan cabida neste presente. Un saudo.
17 Comments:
que bonito... :) a inspiração não te abandona!
voltaste, espero! ou estás de passagem?
By dóri[a], at 29 junho, 2005 01:32
Deixamos rastos tanto por onde passámos tanto por onde poderíamos ter passado e não passámos, não é?
Ainda bem que voltas a passar por aqui. :o)
By Calvin, at 29 junho, 2005 01:56
Olá Carlag!
Fico contente ver que estás de volta, e como?
Bejos
By Canis Lupus Horribilis, at 29 junho, 2005 09:51
... voltaste... não consigo escrever mais nada...
By Anónimo, at 29 junho, 2005 11:21
Primeiro , um sorriso. GRANDE!
TUDO o que fazemos fica. Queiramos ou não. Gostemos ou não. Mais que tudo há que compeendermos isto, interioriza-lo. Mas cada acho que isso leva uma vida. E uma vida não vale isso.
Continuo sempre a admirar a intensidade das tuas fotografias. E a forma como as "compões".
IT
By Anónimo, at 29 junho, 2005 12:53
Estás convidada...
By Daniel Aladiah, at 29 junho, 2005 14:08
Bem vinda!!! beijinhos
By Rita, at 29 junho, 2005 14:11
pergunto-me se esta tristeza nos posts... é só nos posts.. :( beijo e um abraço. daqueles. apertados. que te levem sorrisos.
By Lyra, at 29 junho, 2005 19:52
Obrigada pela visita e pelos vossos comentários.
Colourfalls,
Voltei, como volto sempre a algo que não abandonei, definitivamente. O ritmo dos posts vai abrandar. Eram posts diários e nesse aspecto sinto mesmo necessidade de abrandar.
Calvin,
Sim, rastos, pegadas que não se apagam onde passámos e nunca passámos...
Obrigada ;)
Elsa,
Obrigada. Muito.
Pedro,
Obrigada pelo elogio mais uma vez.
Foi - TI.
:)
Mistério,
Tou convidada para quê? é que hoje já vi este mesmo convite noutros blogs...
Lyra,
Há dias em que os posts são tristes como a vida real. Há outros que são felizes como a vida real...
Recebi de coração o teu abraço amigo. Bigada Lyra.
Beijinhos.
By carlag, at 29 junho, 2005 22:48
Todos ficam, sim. Ainda bem, para que possamos construir uma memória. O mais importante é não ter medo de arriscar. Mais vale ter arriscado e não ter dado certo do que nem sequer ter tentado e passar o resto da vida a pensar como poderia ter sido. Um beijo enorme.
By Anónimo, at 30 junho, 2005 01:42
Ainda bem que estás de volta:) Houve áí qq coisa... deixa lá seja o que for temos que sorrir pra vida, custe o que custar...
Beijo mt amigo*
Qual o teu mail, Carlag?
By Anónimo, at 30 junho, 2005 01:47
E há rastos que pura e simplesmente não podemos apagar...fica sempre uma marca na passagem. Beijinhos :))
By Anónimo, at 30 junho, 2005 09:37
É mesmo assim...
Beijinhos!
P.S. A fotografia é linda!
By Margarida Atheling, at 30 junho, 2005 13:17
Será mera ilusão, o rasto, o lastro, daquilo que verdadeiramente permanece, será que resiste aos "ventos, às tempestades, às marés, às chuvas" da vida, quando não firmados em "bom solo"?
Ou não passarão de meros devaneios inconstantes e inconsequentes?
By entre-aspas, at 30 junho, 2005 17:45
Mais os rastros que non deixamos son os que nos marcan por dentro, cando ver as pegadas con claridade está somentes dentro da nosa mente e, mentras, debuxamos futuros fortuitos que teñan cabida neste presente. Un saudo.
By Ignis fatuus, at 01 julho, 2005 13:44
Mais os rastros que non deixamos son os que nos marcan por dentro, cando ver as pegadas con claridade está somentes dentro da nosa mente e, mentras, debuxamos futuros fortuitos que teñan cabida neste presente. Un saudo.
By Ignis fatuus, at 01 julho, 2005 13:44
Às vezes há rastos que queremos agarrar com as duas mãos e o vento nao deixa...*
By Rosa Cueca, at 02 julho, 2005 11:53
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